5 de agosto de 2009

Meu primeiro vampiro...

Todos nós já lemos ou vimos algo relacionado com vampiros, não é, minha gente? Não é nenhuma novidade esse assunto. No entanto, um livro, ou melhor, uma saga de livros vem chamando atenção, pois deu novo tom ao tema. É o tal do livro Crepúsculo.

(O filme Crespúculo e o seriado True Blood)

O livro, que já virou filme, e tem uma coleção de quatro partes (no Brasil) e já tem a sequência cinematográfica para novembro, trata da história de uma adolescente, Bella que se apaixona por um colega de escola, Edward. Tudo vai entranhamente bem até ela descobri que ele é um vampiro. Daí a história se desenrola e descobrimos que os vampiros não saem no sol (a cidade dela vive a maior parte do tempo no escuro) por que, ELES BRILHAM NA LUZ SOLAR! Hein? Como assim? Milhares de anos de histórias de vampiros e eles morrendo com a luz do sol e vem essa escritora, Stephenie Meyer, e me estraga tudo.

Vampiros são seres obscuros, das trevas (nada a ver com demônios e coisa e tal), da escuridão, são uma metáfora para o nosso lado escuro, sombrio. Além, disso são muito ligados à sexualidade e tem uma moral e condutas desviantes, diferentes dos humanos e por isso são tão sedutores e interessantes.

Agora, essa família de vampiros “vegetarianos” que são bonzinhos e tem a mesma ética dos humanos. Me faça o favor. Nessa nova leva de vampiros politicamente corretos tem Bill Compton de True Blood (baseado na série de livros The Southern Vampire Mysteries de Charlaine Harris) que se alimenta apenas de sangue sintético, argh, não mata humanos e ainda por cima se sente culpado por ser um "monstro", vampiro.

(Anne Rice e cena de Entrevista com o Vampiro)

Uns tempos atrás, tinha o seriado Buffy – a caça vampiros, no qual uma adolescente s

e descobria descendente de uma legião de caçadoras de criaturas das trevas. Mas a mocinha acaba se apaixonando por quem? Um vampiro. Nesse caso um vampiro amaldiçoado com uma alma, ou seja, tendo alma ele não conseguia matar humanos para beber o sangue. Não era uma decisão racional: “opa, não vou mais matar gente para beber sangue”. E quando ele perdia a alma fica “mau” de novo. Antes disso, a escritora Anne Rice (EUA) foi, durante muito tempo, autoridade no quesito vampiro. A autora escreveu várias crônicas vampirescas. Entre suas obras está Entrevista com o Vampiro, que foi às telas do cinema com um elenco composto por Brad Pitt, Tom Cruise, Antonio Banderas e outros. Antes dela teve o escritor irlandês Bram Stocker, cuja obra Dracula foi adaptada para o cinema, com Keanu Rives, Winona Rider e Gary Oldman e antes disso, foi base para o clássico mudo Nosferatu.


(Bram Stocker e cenas dos filmes Dracula e Nosferatu)

Na minha opinião, todas as histórias de vampiro são histórias de amor e de como (sobre)viver um amor fora do comum. Mas ainda sou fã de Dracula e companhia e suas atitudes desviantes. Que venham os vampiros "maus".

(Eric Northman vampiro de True Blood)

Um comentário:

elcerdo disse...

SIm, vai entrar